Quando comecei a pensar em ter um blog, fiquei bastante empolgado com a idéia, já que ia fazer uma coisa que considerava a melhor possÃvel: um trabalho no qual o cliente era eu mesmo. Isso parecia perfeito, já que nunca tinha realmente parado para elaborar um projeto pessoal um pouco mais complexo. Logo percebi que foi uma das coisas mais difÃceis que eu já me propus a fazer. O processo, que deveria ser muito mais ágil e simples (já que as aprovações e os conceitos eram todos feitos por mim) se mostrou extremamente complexo e até mesmo chato algumas horas. Percebi que eu consigo ser incrivelmente crÃtico com meu próprio trabalho e que por mais que esquematizasse o projeto, ele acabava não sendo bem aquilo que eu tinha em mente. Pra isso utilizei alguns processos criativos (painéis semânticos, brainstorming) para tentar chegar a uma unidade visual que tivesse a ver com o conceito que eu havia definido. Quando cheguei a um “resultado” que definia o que deveria ser o meu blog, não gostei. Havia algo que me incomodava, mas não sabia o que. Isso me fez repensar a relação que tive com meus clientes até agora, como foi a interação e a participação deles nos projetos que executei, principalmente com relação a aprovações, tomadas de briefing e alterações de projeto, pois se eu me permito ser tão crÃtico em relação a um trabalho próprio, porque  o cliente não pode fazer o mesmo?! Leia Mais
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jul 08
Brushes
Esse é um teste que eu fiz com o aplicativo Brushes para o iPhone. IncrÃvel a usabilidade e a maneira como a interface foi desenvolvida. Ele tem ajuste de tamanho de pincel, picker de cor, uma paleta muito fácil de usar, zoom (assista o vÃdeo do post). Todas essas funções tem uma integração pefeita com a tela touch. Sei que tá meio tosco o exemplo, mas foi só um primeiro teste. Vou tentar fazer uns rascunhos mais legais da próxima
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